sexta-feira, 14 de agosto de 2009

"Nóis, Robo?"

* Primeiramente queria dizer que me arrependi profundamente de escrever oq escrevi no meu ultimo post. Não vou apagar pq isso seria falta de hombridade..ou coisa assim...mas é que não deveria me abrir tanto assim...e também....eu só pensei na parte boa...me esqueci por uns momentos da parte ruim daquilo tudo q passei com ela (a parte "procure uma namorada"). Mas eu não retiro nada dq disse...*

Bem, antes de mais nada o titulo nada tem haver com a resposta de um corinthiano quando é abordado pela policia. Sabem aquele filme "eu, robô"? Pois bem...

Tecnicamente o filme fala sobre a construção de robôs com sentimento e poder de decisão. Esses dias vendo as coisas que aconteceram no meu trabalho e ouvindo histórias da minha mãe...eu pensei que acho que é mais facil começarem a imaginar como fazer o "humano com sentimento".

Minha mãe me contou uma história que no serviço dela tem um senhor nos seus 64 anos. Ele trabalha no hospital a uns 35 anos. Nos últimos meses o rendimento dele caiu muito e o pessoal mais novo la do hospital foi contar para a chefa sobre todos os erros que ele andava fazendo. O cara levou uma entubada da chefa..chorou.

O detalhe é que...esse senhor acabara de perder a irmã. A irmã morava com ele..e ela tudo que ele tinha.Pois ele perdeu a mulher a pouco tempo também e não deixou filhos. Sendo bem claro..ele estava sozinho no mundo...e havia acabado de perder a única pessoa próxima que ele tinha. Todos sabiam disso...inclusive as meninas vacas que delataram ele.

Há tempos não via minha mãe tão revoltada. E eu me senti revoltado por dentro também...eu tive uma educação onde me ensinaram a respeitar e me importar com os outros...muitas vezes me importo mais com os outros dq comigo mesmo...oq as vezes é um defeito. Mas actualmente as coisas não são assim..foda-se o outro...

Será que isso é correto? Será que a tendência é piorar? Será que pra sobreviver terei que ser como a a maioria? Será?

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